Jornal Rio grande

Defesa Civil está trabalhando desde a tarde de ontem

  • Redação JRG
  • 12/01/21 as 18:45

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Foto: PMRG

Tão logo tomou conhecimento da aproximação de um temporal, a Coordenadoria Proteção e Defesa Civil (COMPDEC) começou a trabalhar ainda por volta de 6h desta segunda-feira, 11, com a colocação do maquinário das secretarias municipais em prontidão. E a partir de 18h45min, aproximadamente, quando iniciou a chuva, os integrantes da Defesa Civil não pararam mais, em muitos casos em parceria com o Corpo de Bombeiros. Passaram a atuar divididos por equipes para o atendimento da demanda e a previsão é de que os trabalhos de corte de árvores prossigam até a madrugada, enquanto nesta quarta-feira, 13, os serviços continuarão com o recolhimento das árvores.     

“Procuro dar prioridade à vida e a resolver os problemas das pessoas. Por isso hoje (terça-feira, 12) estamos fazendo o que é mais urgente, como a retirada de árvores em cima das casas, que obstruem a passagem ou as que ameaçam cair. Tivemos que tirar árvores que obstruíam a entrada de pessoas no Pronto Socorro da Santa Casa. Nessa operação até o vice-prefeito (Cláudio Diaz, coordenador da Defesa Civil) pegou junto”. A informação é do Ordenador da Defesa Civil, Rudimar Cruz Machado. Ele disse ao Rio Grande que as equipes já atuaram em 32 cortes de árvores, nesta terça-feira, que além de ameaçarem residências, também causaram transtornos, como na Creche Mansão da Paz (entrada do bairro Getúlio Vargas) e também em escolas.

Teve casos de destelhamento e de pessoas que perderam móveis ao terem suas residências invadidas pelas águas. Para as pessoas carentes, além da verificação dos estragos, a Defesa Civil cadastra as famílias para receberem ajuda material da Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social (SMCAS).

Indagado sobre os locais onde o temporal, com ventos de 60km/hora, fez mais estragos Rudimar Machado observa: “Por incrível que pareça, nos bairros teve estragos, mas não tanto como no Centro e na Cidade Nova. Essas foram as regiões mais atingidas”. Ele também informou que os fortes ventos prejudicaram a navegação e comentou que na lancha da travessia entre Rio Grande e São José do Norte alguns passageiros se assustaram mas, felizmente, “não passou do susto”.